Bloco de apontamentos: país anacrónico

Portugal é um país anacrónico, ou melhor, que gira à volta de muitos anacronismos. Vejamos: tem riqueza no litoral e pobreza no interior; tem excesso de população no litoral e desertificação no interior; tem desenvolvimento no litoral e subdesenvolvimento no interior; tem Lisboa e Porto e o resto é paisagem. Agora, infelizmente, quase toda ardida pelo fogo.

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As Festas da "nossa casa"

Nas últimas eleições autárquicas candidatei-me para fazer diferente em várias áreas. Inovando, trazendo gente qualificada e criando condições para que o imenso potencial do nosso concelho, ao invés de se manter subaproveitado, pudesse ser devidamente valorizado. Mas também me candidatei para trazer uma lufada de ar fresco na democracia torriense.

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Bloco de apontamentos: tudo bons rapazes

As cenas de violência e pancadaria gratuita a que o país assistiu quase em direto nas últimas semanas, disseminadas pelas chamadas redes sociais e depois replicadas até à saciedade pelas televisões de serviço ao público, demonstram bem ao ponto a que se chegou em termos do respeito e da admiração que devemos ter uns pelos outros.

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Comunidades ativas – Orçamento mais participativo

Não está farto de campanhas eleitorais? Não, não é um artigo com cariz político! É sobre inovação! Tem ideia de quanto é atribuído aos partidos políticos para campanhas eleitorais? Tem ideia de quanto é atribuído pelas câmaras municipais e juntas de freguesia para o Orçamento Participativo? Tem ideia da participação de cada um de nós numa campanha eleitoral ou no Orçamento Participativo?

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Um legado que perdurará, sempre!

Acredito que nós, tal como os gregos já faziam em cerca de 500 a.C., procuramos conhecer e explicar as nossas origens. Fazemo-lo como forma de conhecermos melhor o mundo em que vivemos, as nossas raízes, a nossa própria história. Uma das primeiras pessoas que, por escrito, fez este trabalho de “escrever a história” para memória futura foi o grego Heródoto (484 - 425 a.C.), denominado por alguns de “pai da história”.

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Bloco de apontamentos: corruptos e corruptores

Este título poderia parecer, à primeira vista, o nome de alguma empresa ou sociedade comercial, mas não. Trata-se simplesmente de uma associação de conceitos para dizer que não há corruptos sem corruptores. Logo, quem aceita, quase sempre dinheiro ou outro tipo de “prendas”, aceita-os porque alguém os dá e oferece de forma mais ou menos velada ou dissimulada.

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De dias com história(s)

Há dias sem história. Há outros que de tanta não lhes cabe. E dá vontade de dizer que são demasiadas! De verão, que se prolonga noutra estação, ficam memórias em plural, que só uma, singularmente, não chega para fazer desta história várias a lembrar. E passo a contar. Corpos abombados, carros desnorteados metidos por caminhos de fugir, de volta a mudar, a apertar de fumo frondoso e calor ardiloso, que se mostram de não se aguentar.

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O falhanço do Estado

Em política não há milagres. Nem na gestão de um orçamento, seja ele público ou familiar. Quando se gasta mais do que se recebe significa que ou não se paga alguma coisa, ou pede-se emprestado a alguém para se conseguir pagar o que foi consumido em excesso. Na outra encarnação socialista foi esse o caminho seguido. Gastou-se o que havia e o que não havia.

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Artigo nutrição batata doce

Parabéns pelo artigo sobre a batata doce. É importante cada vez mais numa população que perdeu o rumo sobre o que é comer bem dar dicas para se voltar ao rumo, pois hoje em dia os nossos filhos já têm uma esperança média de vida inferior a nossa.

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A bem da verdade

Após a leitura de um artigo assinado pelo senhor Artur R. Machado na pág 20, edição de 03/11, sobre incêndios, o mesmo suscitou-me a necessidade de colocar o seguinte. Não é verdade a afirmação do alegado silêncio do PCP quanto a esta matéria.

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Recordar os que já partiram

A morte e o mistério da vida caminham juntos. Estamos em novembro, tradicionalmente o mês dedicado aos defuntos e à oração por aqueles que partiram. É verdade, eles partiram, o verbo indica que ainda caminham, só que já não sob a perceção dos nossos cinco sentidos. É aqui que entra o olhar da Fé. 

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Milheiral na Quinta da Areia

Venho agradecer a visibilidade dada ao milheiral na Quinta da Areia (Praia Azul – Silveira), acerca do qual solicitei a publicação do texto no vosso/ /nosso Badaladas. Acreditem que a não publicação do texto em questão seria uma pena, por ser uma ótima oportunidade de valorizar e dar destaque a quem bem trata a terra que a todos nós pertence.

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Dúvidas da legalidade de reunião

Recentemente houve uma reunião, à qual chamaram “Assembleia da ADDRASC”, para a tomada de posse da nova direção. A ADDRASC é uma associação que está diretamente ligada à Junta da Freguesia da Ponte do Rol e os seus órgãos sociais são compostos pelos membros do Executivo e da  Assembleia de Freguesia (AF).

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