Bloco de apontamentos: o melhor e o pior

Esta nossa sociedade é capaz de realizar ao mesmo tempo o melhor e o pior daquilo que pode haver na vida. Não é por isso de estranhar o seu perene caráter ambíguo e contraditório. Paradoxal. O recente ato de resgate heróico de um grupo de 12 jovens jogadores tailandeses e do seu treinador das profundezas de uma gruta, onde permaneceram perdidos e enclausurados durante nove dias e nove noites com água a ameaçar submergi-los, deixou o mundo inteiro preso em suspenso durante todo esse tempo e operação humanitária.

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A (falta de) democracia no poder autárquico

Torres Vedras vive uma gestão autárquica liderada pelo Partido Socialista (PS) desde o após 25 de abril de 74, com os resultados para a Câmara Municipal a situarem-se entre os 34.89% (1979) e os 61.07% (2013), num quadro de abstenção que teve o seu valor mínimo em 1979 com 26,72% e máximo em 2013 com 49,13%.

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A saga continua

Quer queiramos ou não, continuamos a sofrer de um provincianismo agudo ou, quiçá, crónico. Antigamente, “no tempo da outra senhora”, dizia-se que Portugal era Lisboa e o resto mera paisagem. Pois bem, parece que continua tudo mais ou menos na mesma.

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Crise da consciência europeia

Ao longo do século XVII foi-se dando uma mudança profunda em muitos espíritos, nomeadamente por influência de ideias anglo-saxónicas, o deísmo, de ideias francesas, e o racionalismo, as quais vieram a culminar no iluminismo anti-cristão do século XVIII.

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Um crucifixo não é decoração

Há pouco tempo, na Alemanha, o primeiro-ministro da Baviera resolveu colocar crucifixos em todos os edifícios públicos da sua região. Os bispos alemães logo se mostraram contra a medida, uma vez que se tratava de aproveitamento político, uma instrumentalização que, mais importante ainda, se tornou motivo de divisão, colocando as pessoas umas contra as outras.

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Bloco de apontamentos: o Hospital do Oeste

O desígnio já não é novo e a discussão à volta dele também não. O Oeste há tempo que planeia e reclama pela construção, de raiz, de uma unidade hospitalar central para servir toda a região. Há até quem já o designe por Hospital do Oeste. Para serviço aos concelhos a norte do distrito de Lisboa e a sul dos do distrito de Leiria. Para servir uma população a rondar os mais de 360 mil habitantes (Censos 2011).

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Obrigado padre Cerca

Escrevo este artigo no exacto dia em que o corpo do padre Cerca foi enterrado. Apenas o corpo, porque tudo o “resto” (e o “resto” é de longe o mais importante) fica entre nós na imensa saudade dos momentos com ele vividos. Uma riqueza não material que inspira quem o conheceu de perto e quem com ele partilhou alegrias e inquietações.

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A campanha já começou?

O fim da sessão legislativa está a ser para o debate partidário quase como um ponto de partida para as campanhas eleitorais do próximo ano. De repente o debate político, que há muito não conta com propostas contraditórias, limitando-se à contestação de todas e quaisquer medidas do Governo com o apoio parlamentar, subiu de tom e aproxima-se do que foi o início da legislatura. A oposição, e sobretudo o PSD, não entendeu que as políticas que têm vindo a ser desenvolvidas são políticas diferentes das que foram implementadas, quer na legislatura anterior quer nas que a antecederam.

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Parque da praia Formosa

Hoje, que fui pela 1ª vez à praia neste verão, dirigi-me à praia Formosa, em Santa Cruz. Ao chegar verifiquei que o parque de estacionamento tinha sido alterado. Observei o espaço e em termos estéticos achei bem. Ao analisar bem o parque pareceu-me que o número de lugares tinha sofrido um corte talvez de mais de metade. Ora, sendo o espaço já insuficiente para as necessidades, achei um disparate o investimento ali feito.

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Muito obrigada, senhor cónego Cerca

Eu, Emília da Conceição Crispim, é com muita gratidão que digo: “Muito obrigada, senhor cónego Cerca”. Estará sempre no meu coração uma enorme gratidão pela sua bondade, inteligência e pela sua Palavra Divina que entrou no meu coração e me fez escutar o Pai dizendo: “Este é o meu Filho muito amado, escutai-O!”É magnífico receber esta Graça.

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Retificação: centenário de José Vieira

Na notícia sobre o centenário de José Vieira (nascido em 1918), do Sobral de Monte Agraço, publicada na edição 3261, referimos a certa altura que o aniversariante é apenas mais velho 28 anos que o seu próprio concelho. Na verdade, pretendíamos relacionar a longevidade de José Vieira com a restauração do município do Sobral de Monte Agraço, por decreto de 1898, o que dá 20 anos e não 28.

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